Lições de Arquitetura - Leitura Inicial
O livro, pelos trechos lidos em aula, parece discutir sobre o papel do arquiteto conscientizado por suas referências na dinâmica social das cidades, passando por conceitos interessantes como: individualização e coletivização, competência e desempenho, beleza e utilidade. Vou tentar escrever um pouco das minhas impressões sobre esses tópicos, presentes na introdução de cada parte.
Acho que os extremos na perspectivas de individualização e coletivização do espaço são os exemplos comuns nas cidades hoje em dia, com grandes áreas comuns que seguem um padrão sem uma caracterização que consiga juntar de fato o coletivo e condomínios ou até prédios que separam drasticamente os moradores em seus respectivos espaços. Interessante pensar em como a arquitetura pode e deve ser uma ferramenta da inter-relação entre esses tópicos. Sobre competência e desempenho, um pouco ligado ao coletivo e ao individuo, existe uma questão sobre usar a teoria e a regra para criar liberdade, ou seja, saber muito de um assunto, se munir de informações sobre o ambiente e o espaço, para que, com isso, a arquitetura consiga modelá-lo da maneira adequada (mesma analogia da língua e da fala). Por fim, a parte C, forma convidativa, tem como princípio que toda arquitetura é social, pois ela sempre impacta a sociedade, levantando questões sobre a união entre beleza e utilidade para que haja uma função social adequada. Todos esses tópicos, pra mim, são de fato lições de arquitetura capazes de evidenciar o papel social importantíssimo da profissão.

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